Rolim de Moura - RO, Sexta-Feira, 07 de Maio de 2021 - 00:00

COLUNA PORTA ABERTA - Por Fernando Garcia - 03-05-21

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Fonte: Fernando Garcia - Em Artigos - 03/05/2021 01:40:00 hrs

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COLUNA PORTA ABERTA - Por Fernando Garcia - 03-05-21
Reprodução

Bagaceira sem fim
O bairro São Cristovão, um dos maiores da cidade de Rolim de Moura, ao longo dos anos vem padecendo de melhorias em diversos setores ao longo do tempo. A rua Urupá que em meados de 95, recebeu um asfalto de péssima qualidade, pois se tratava que seria o Anel Viário, passando pela São Paulo, chegando até a antiga Cibrazém, saída para Nova Estrela, projeto que não foi concretizado até hoje. Várias operações tapa-buracos, já foram realizadas nesses 25 anos e, cada vez ficando pior, o que causa revolta dos moradores, que querem da administração um serviço completo, ou seja, patrolar por definitivo em toda sua extensão e fazer novo asfalto de qualidade.

Só querem o filé
As ruas Capibaribe e Porto Velho, estão desassistidas há muitos anos, pois os administradores ao que tudo indica, não possuem um bom olhar para solucionar os problemas que aflige a comunidade. Ano passado até que uma empresa andou fuçando na Capibaribe, mas, logo desistiu e ninguém sabe quais foram os motivos da desistência, apenas, sabemos que ninguém quer construir na localidade, porque o terreno em alguns pontos, são encharcados e, os construtores querem outras localidades como o bairro Cidade Alta, que é uma planície total, e certamente enchem os bolsos de dinheiro sem muito sacrifício.

Obras inacabadas
Os administradores precisam observar essas cláusulas contratuais, através de sua Procuradoria Jurídica, pois muitas obras ao longo de quase trinta anos, não foram concluídas, havendo desistência das construtoras e o silêncio dos administradores. Na Porto Velho, na quadra que fica a Unisp, ainda na primeira administração do então prefeito Ivo Cassol, teve início da construção de uma galeria, cujo projeto seria asfaltá-la até a rua Rio Madeira, entretanto, para decepção dos moradores do bairro São Cristovão, a obra está abandonada até os dias de hoje, onde vários prefeitos que administraram Rolim de Moura, como Tião Serraia, por duas gestões, Mileni Mota, César Cassol, Luizão e, agora, a população espera um posicionamento enérgico do prefeito Aldo Júlio, até a conclusão do seu mandato. O prefeito em conversa rápida com o colunista, afirmou categoricamente, que em breve acelerar várias obras que estavam paralisadas, infelizmente não terminamos a conversa, porque uma autoridade ligou naquele exato momento, e tudo indicava que a conversa era pertinente ao calendário de obras no município.

As escuras
A prefeitura através da Secretaria Municipal de Obras Públicas, precisa tomar um posicionamento firme, quanto aos pontos de luminárias que não estão funcionando há um bom tempo. A pista de caminhada no centro da cidade, existem vários pontos escuros, precisando de reposição de luminárias, pelo visto, existe uma parceria com uma entidade que administra, nesse caso, então, que a entidade repasse novamente para que o município tenha o controle das ações. Outra situação parecida, é com as luminárias do Espaço Alternativo, onde funcionam as feiras de quinta e sábado, onde todas as lâmpadas foram depredadas por vândalos, onde também temos conhecimento de que quem administra o local é à Associação dos Feirantes, pelo visto, a prefeitura deve manter o controle administrativo desse local. Outras luminárias que não estão funcionando, são as chamadas bolas, na extensão da João Pessoa e parte da Fortaleza, sem falar das luminárias dos postes da problemática Eletrojan, onde não funciona em vários quarteirões da principal avenida 25 de Agosto.

Precisando de emendas
O estádio Cassolão, está precisando de uma reforma de pintura na parte externa e interna, principalmente, nas arquibancadas que estão todas corroídas pela à ação do tempo. O momento é oportuno para sugerir emendas para construção da outra arquibancada, e o asfaltamento ou bloqueteamento em frente ao Cassolão, uma vez, que um grupo de empresários e desportistas, desejam a criação de uma nova equipe para representar a cidade, ou retorno do (REC), Rolim de Moura Esporte Clube. Os desportistas de modo geral, querem que a cidade tenha um representante a nível nacional, na série D ou então disputando a Copa do Brasil, fato que só aconteceu uma vez, quando a equipe de Ariquemes renunciou e o time da casa recepcionou o Vitória da Bahia, perdendo o direito de retorno por ter perdido de Dois a Zero, obedecendo as regras da época. As conversas de um novo clube na cidade, está ganhando bastante musculatura dentro da classe empresarial, política e de apaixonados por futebol.

Quebra-molas já
Moradores do bairro São Cristovão, há muitos anos vem reivindicando do poder público, a instalação de um quebra-molas na avenida Boa Vista, confluências com a rua Jamari. Tais pedidos são em razão do elevadíssimo número de acidentes, onde os motoristas imprimem velocidade que ultrapassa a cento e vinte quilômetros por hora e, por causa desse excesso de velocidade, três pessoas já foram a óbito e outros com bastantes sequelas. Ainda no início da administração do ex-prefeito Luizão do Trento, técnicos da Coordenadoria de Trânsito do Município, chegaram até demarcar o local para construção de amortecedor de velocidade, mas, infelizmente não fizeram nada. Os moradores até se prontificaram em arrumar o material necessário para construção do quebra-molas abaixo um pouco da esquina da borracharia do Isaias, porém, foram colocados empecilhos por parte da prefeitura.

Deixou um legado
Morre em Porto Velho, o economista Maurílio Galvão, primeiro prefeito de Ariquemes, ainda na época de território. Além de prefeito de Ariquemes, Maurílio Galvão, fez parte da chamada elite técnica, trazida de Brasília para adequar e transformar o Território Federal, em Estado de Rondônia. Ele recebeu a missão de ajustar vários distritos ao longo da BR 364, elencando projetos de natureza técnica para transformar em municípios, no final dos anos 70. Galvão foi também Presidente do Conselho dos Economistas, era funcionário público de carreira, lotado na Universidade Federal de Rondônia. Em meados dos anos 80, foi Secretário de Planejamento da prefeitura de Rolim de Moura, na gestão do então prefeito, Joacil Guimarães, contribuindo significativamente com seus conhecimentos.

Negócio promissor
Andar pelas ruas e avenidas de Rolim de Moura, é notório enxergar uma casa que comercialize produtos de ração animal. Esse baiano bom apreciador de uma boa farinha torrada, em conversa com alguns amigos recentemente, observou-se que realmente é crescente o número de animais em domicílios residenciais, superando muitas vezes o número de pessoas das residências. Em relação as aves de estimação são pouquíssimas, visto, que a repreensão é duríssima, o que de certa forma afasta a intenção dos amantes, sendo a predominância maior para gatos e cachorros de estimação, principalmente para os cachorros que fazem parte da segurança desses lares. Tanto no centro da cidade quanto nos bairros, o número de revendas desses produtos são considerados produtos que não encalham, assim disse um dos comerciantes há mais de 12 anos no ramo, inclusive só vende ração e, está muito satisfeito com seu trabalho nesse seguimento.

Foi mau
Chega a ser hilariante o Projeto de lei, 1581/2021, do deputado federal, Expedito Neto, que determina que os cidadãos flagrados em aglomerações identificados e que tenham Subscrito Termo Circunstanciado por participação em aglomerações irregulares, em desobediências às normas vigentes relativas à pandemia Covid 19, serão excluídos das prioridades do Plano Nacional de Imunização, em âmbito nacional. Não deputado, a Lei de Talião, olho por olho dente por dente, não deve ser aplicada e, para tanto, deve seguir o exposto no artigo 129 do Código Penal, aplicando-lhes, a Pena, Detenção e Reclusão como punição. Outra falha clamorosa na Autoria do Projeto, é quando exemplifica, que exclui dos grupos prioritários de vacinação, pessoas que foram flagradas em aglomerações irregulares, então quais são as aglomerações regulares? Seria melhor sua assessoria rever esses posicionamentos, ou observar melhor sua fundamentação, que eu saiba, nesse momento quaisquer aglomerações devam ser questionadas. Sugeria ao nobre deputado em questão, que pusesse por exemplo, a não contratação com órgãos públicos, não tivesse acesso a Passaporte, não gozasse de outros benefícios do Governo Federal, como Microcrédito, participar de Concursos e até mesmo o Auxílio Emergencial, mas, a vacina é um direito do cidadão e está relacionada com a vida. Basta observar as discussões sobre vacinar os presidiários, independente do crime que ele cometeu, ainda que seja hediondo, é um dever do Estado, estender a vacina à todos.

Homenagem merecida
Foi uma indicação louvável o nome médica doutora Luci, para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), inaugurada acerca de quinze dias atrás. Ela trabalhou décadas no município na sua especialidade que era a pediatria, difícil de encontrar nos dias de hoje. Uma geração que nasceu em Rolim de Moura, que está na faixa de mais de três décadas, dificilmente não passou por consultas pelas mãos da doutora Luci. Sem dúvida, a indicação do nome dela para essa unidade de saúde, fez valer os anos dedicado dessa mulher, que teve como bandeira salvar a vida de centenas de crianças, numa época bastante remota em Rolim de Moura. Esperamos que outros nomes que prestaram relevantes serviços ao município, como linguístico doutor Moreira, professor Orestes, professora Raimundinha e a primeira professora do município, Enilde do Carmo Lopes, bem como a professora Benta Idavina, que teve uma vida dedicada a educação. A ex-prefeita Mileni Mota, até que designou o nome dela para a creche Menino Jesus, mas, por motivo de Lei, não foi possível.

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