Rolim de Moura - RO, Quarta-Feira, 17 de Outubro de 2018

TERRORISMO: Saiba como facção criminosa pretendia agir em atentado a bomba no Depen

Realizariam os ataques com a mesma carga explosiva em 05 (cinco) das principais capitais, explodindo prédios públicos e linhas de transmissão de energia, como forma de causar caos e pânico no país.

Fonte: Rondoniaovivo - Em Polícia - 11/10/2018 01:47:00 hrs

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TERRORISMO: Saiba como facção criminosa pretendia agir em atentado a bomba no Depen

Após operação realizada na manhã desta quinta-feira (11), a Polícia Federal passou detalhes de como seria o modo que uma determinada facção criminosa existente dentro do Presídio Federal de Porto Velho ia atuar.

 

A ação consistiria na implantação de uma carga de 50kg (cinquenta quilos) de explosivos plásticos do tipo C-4 em um veículo a ser estacionado dentro das dependências do Departamento Penitenciário Nacional na cidade de Brasília/DF, local onde funciona toda a estrutura administrativa do órgão, mais especificamente em seu subsolo, visando ocasionar maiores danos, sem, contudo, deixar qualquer rastro de impressões digitais como forma de impossibilitar a identificação do responsável, o qual deveria se disfarçar para não ser identificado pelas imagens dos circuitos internos de segurança.

 

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Após, realizariam uma ligação anônima à direção do Depen informando da presença do veículo no local, no qual havia um manifesto contendo uma série de reivindicações que deveriam ser cumpridas pela direção do Departamento Penitenciário Nacional no prazo máximo de 30 (trinta) dias. Embora anônimo o manifesto, deixariam claro que teria sido redigido por uma facção rival, como forma de se eximirem de responsabilidades.

 


Caso não fossem atendidas suas demandas, realizariam os ataques com a mesma carga explosiva em 05 (cinco) das principais capitais, explodindo prédios públicos e linhas de transmissão de energia, como forma de causar caos e pânico no país.

 


O plano criminoso seria colocado em prática em conjunto com a denominada Operação Morada do Sol, que consistia, basicamente, no sequestro, tortura e assassinato de agentes públicos, como forma de pressionar o Governo Federal e o próprio Supremo Tribunal Federal (STF) a reestabelecer as chamadas visitas íntimas no âmbito das Penitenciária Federais, suspenso desde julho do ano de 2017.

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