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Suspeito de mandar matar prefeito Chico Pernambuco é preso na Bolívia

Prisão ocorreu após parceria entre PF e polícia boliviana. Katsumi Yuji Ikenohuchi Lema é apontado por ter mandado executar o prefeito de Candeias (RO).

Fonte: Por CBN Amazônia, Porto Velho - Em Polícia - 11/08/2018 11:34:00 hrs

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Suspeito de mandar matar prefeito Chico Pernambuco é preso na Bolívia

O suspeito de mandar matar o prefeito Chico Pernambuco a tiros, em Candeias do Jamari (RO), foi preso nesta sexta-feira (10) na Bolívia. Segundo a Polícia Federal (PF), a prisão de Katsumi Yuji Ikenohuchi Lema teve apoio da polícia boliviana.
Em entrevista à CBN Amazônia, o delegado Heliel Martins, da PF, contou que a polícia brasileira tinha pedido o mandado de prisão à Justiça de Rondônia.
"Houve um pedido da 1ª Vara, do Tribunal do Júri, para inclusão do mandado de prisão dele na chamada difusão vermelha da Interpol. A polícia boliviana fez a captura dele do outro lado e entregou pra PF aqui no Brasil. O mandado de prisão que está na difusão vermelha vale como uma ordem de captura lá", diz.
Depois de ser entregue à PF, Katsumi Yuji Ikenohuchi Lema foi levado para a cadeia pública de Guajará-Mirim (RO).

Investigação
 
O prefeito Chico Pernambuco foi morto em março de 2017. Sete pessoas foram apontadas na investigação como suspeitas do crime. Para a Polícia Civil, a motivação da execução foi política.
Os três primeiros envolvidos no crime: Talisso Souza de Oliveira, Wellyson da Silva Vieira e Willian Costa Ferreira foram julgados e condenados em março de 2018.

Em junho deste ano ocorreu o segundo julgamento do caso. Marcos Ventura Brito, Henrique Ribeiro de Oliveira e Diego Nagata Conceição foram julgados no Tribunal do Júri. Os réus foram acusados de homicídio duplamente qualificado, por participarem da articulação do crime.
Henrique Ribeiro ficará 13 anos recluso e cinco meses detido. Inicialmente, todos os acusados ficarão presos em regime fechado. Marcos Ventura Brito e Diego Nagata Conceição foram condenados a 14 anos e seis meses de reclusão.
Katsumi Yuji Ikenohuchi, mandante do crime, seguia foragido desde o assassinato do político, em Candeias. Durante mais de um ano a polícia esteve buscando por Katsumi.

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