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Fonte: Da redação TribunaTOP - Em Geral - 07/11/2022 09:03:00 hrs

Manifestantes rolimourenses completaram, nesta segunda-feira (7), nove dias seguidos de atos contrários aos resultados das eleições do último domingo, 30 de outubro, onde o candidato do PT, Luiz Inácio Lula da Silva, acabou se elegendo presidente do Brasil pelos próximos 4 anos, a partir de 2023.
Os manifestantes, que pedem uma ação das Forças Armadas contra o resultado das urnas, ocupam o trevo da RO-479 com a BR-364. A manifestação começou ainda no último dia 30, logo após o Tribunal Superior Eleitoral confirmar a vitória do petista sobre o atual presidente, Jair Bolsonaro (PL).

Reprodução/Redes Sociais
A manifestação tem seguido de forma organizada e pacífica, segundo os organizadores. E, durante o ato, palavras de ordem como "Fora Lula", "Forças Armadas salvem o Brasil" e "intervenção federal", são ditos pelos manifestantes, além de proferir o Hino Nacional e o Hino da Independência e orações. Em outro momentos, os manifestantes aguardam os veículos passarem pelo local, onde comemçam a gritar palavras de ordem e acenar com a bandeira do Brasil, esperando alguma reação dos que transitam no local.
Além da manifestação no trevo, outro grupo tem se organizado e se reunido durante a noite na rotatória central de Rolim de Moura, ponto de cruzamento entre a Av. Norte Sul e Av. 25 de Agosto, onde realizam orações e cantam o Hino Nacional.

Reprodução/Redes Sociais
Um dos momentos aguardados pelos manifestantes seria a entrega de um relatório de fiscalização das urnas eletrônicas realizado pelas Forças Armadas. Segundo divulgou o próprio Ministério da Defesa nesta segunda, o relatório das Forças Armadas sobre as urnas eletrônicas será divulgado no próximo dia 9.
Os militares se comprometeram em realizar uma auditoria das eleições deste ano diante de questionamentos do próprio presidente Jair Bolsonaro (PL) e de seus apoiadores sobre a lisura do processo eleitoral.
Os militares foram convidados pelo então presidente do TSE, Luís Roberto Barroso, para integrar a Comissão de Transparência das Eleições, criada em setembro de 2021. Além de integrantes das Forças Armadas e de representantes da Corte Eleitoral, participam do grupo especialistas em tecnologia da informação e membros da sociedade civil.
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