Rolim de Moura - RO, Quarta-Feira, 13 de Novembro de 2019

Operador de avião que caiu em BH está com 50% do corpo queimado

Três pessoas morreram: um ocupante do avião; uma pessoa que estava dentro de um dos três veículos atingidos em solo pela aeronave e, possivelmente, um pedestre que passava pelo local no momento do acidente

Fonte: NOTÍCIAS AO MINUTO - Em Geral - 21/10/2019 08:13:00 hrs

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Operador de avião que caiu em BH está com 50% do corpo queimado

Apontado como o atual operador do avião monomotor prefixo PR-ETJ, que caiu em um bairro residencial de Belo Horizonte (MG), hoje (21), o empresário Srrael Campras dos Santos está entre os três feridos em decorrência do acidente.

Segundo o contador Agenor Hermógens Canuto Neto, amigo de infância de Santos, o empresário foi socorrido no Hospital João XXIII, estabelecimento público administrado pela Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais.

“A família ainda não sabe ao certo o que aconteceu, o que ele estava fazendo, e eu não sei dizer para onde ele estava indo. O que sei é que ele está no bloco cirúrgico, com 50% do corpo queimado”, disse Neto à Agência Brasil.

Sem mencionar nomes, a Fundação Hospitalar confirmou que os três homens feridos em decorrência do choque do avião contra o solo estão internados no João XXIII.

Além de Santos, um outro paciente está internado no Bloco Cirúrgico e seu quadro é considerado gravíssimo. A terceira vítima encontra-se na unidade de Politraumatismo, com 20% do corpo queimado. Os três feridos sofreram queimaduras de 2º e 3º graus.

Segundo o Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB), o avião SR20 foi adquirido em julho deste ano. Desde então, Santos aparece como operador [que não é o piloto] da aeronave que, antes, pertencia à empresa Helicon Táxi Ltda Aéreo, sediada em Colombo, no Paraná, e cujos representantes informaram à Agência Brasil que o monomotor estava em condições regulares de uso quando foi negociado.

No RAB, consta que a aeronave - fabricada em 2007 - estava em condições normais de aeronavegabilidade, embora tenha tido o pedido para realizar serviço de táxi-aéreo negado.

Cruzando as informações fornecidas pelo operador no Registro Aeronáutico Brasileiro com os da Receita Federal, a reportagem não conseguiu identificar o setor de atividade a que Santos se dedica atualmente.

Os mesmos dados, no entanto, indicam que, em 2014, ele fundou uma pequena empresa de desenvolvimento de programas de computador sob encomenda, com capital social de R$ 2 mil. Hoje, o mesmo CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica) está associado a uma outra pessoa e a uma outra empresa.

Os representantes da Helicon e o contador Agenor Hermógens Canuto Neto disseram não saber informar para que a aeronave seria utilizada.

O aparelho caiu em uma área residencial do bairro Caiçara, na região Noroeste da capital mineira, perto das 9 horas desta segunda-feira (21). Na queda, atingiu pelo menos três carros, pegando fogo em seguida.

Três pessoas morreram: um ocupante do avião; uma pessoa que estava dentro de um dos três veículos atingidos em solo pela aeronave e, possivelmente, um pedestre que passava pelo local no momento do acidente.

Vizinha do local onde o avião caiu, no cruzamento das ruas Rosinha Sigaud com Minerva, a cerca de 1,3 quilômetro do Aeroporto Carlos Prates, de onde partiu o monomotor, Célia Abadia Boy contou que ouviu um barulho muito forte, semelhante a uma explosão, e correu para janela.

“Da minha casa dá para ver o local onde o avião caiu. A primeira coisa que eu vi foi o avião e carros pegando fogo. E, então, vi pessoas correndo, gritando e uma delas estava em chamas”, narrou Célia, acrescentando que os moradores do bairro Caiçara “vivem com medo, com um pressentimento de que um avião está sempre para cair sobre nossas cabeças, sobre nossas casas”.

Este é o segundo acidente do tipo registrado este ano no mesmo bairro. Em abril, um monomotor modelo Socata ST-10 Diplomate caiu sobre a rua Minerva, matando o piloto, o médico Francisco Fabiano Gontijo, 47 anos, e um instrutor de voo.

Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou na época, a aeronave estava voando com a Inspeção Anual de Manutenção (IAM) vencida. Obrigatório, esse documento deve ser renovado anualmente.

 

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