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Fonte: Por Thaís Gomes, Rede Amazônica - Em Saúde - 22/06/2019 08:01:00 hrs
O número de casos de sífilis em Porto Velho cresceu mais de 50% entre 2017 e 2018, segundo levantamento da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa). Os dados de 2019 ainda não foram divulgados.
O órgão detalhou que a doença atinge, principalmente, jovens. A situação complica ainda mais em casos de mulheres gestantes, pois a criança corre risco de nascer com sífilis.
Conforme a Agevisa, 2017 terminou com 458 pessoas diagnosticadas com a doença. Dessas, mais de 30% são gestantes, resultando em 106 casos congênitos – quando o bebê já nasce com sífilis.
Já em 2018, o quantitativo de registros saltou para 690, o que representa aumento de mais de 50% em comparação com o ano anterior. O número de gestantes com sífilis também cresceu no ano passado, também se comparado com 2017: houve 172 diagnósticos.
A sífilis é uma infecção sexualmente transmissível, que pode levar a morte, caso não haja tratamento.

O tratamento é feito em Unidades Básicas de Saúde (UBS) com antibióticos. Além disso, precisa ser acompanhado com exames clínicos e laboratoriais. O uso de preservativos durante relações sexuais é a principal maneira de se prevenir da doença.
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