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Fonte: R7 - Em Polícia - 25/09/2019 05:23:00 hrs
Segundo o tio de Angélica, Dilmar Rodrigues, sua sobrinha, além de perfurações feitas por tesoura, foi queimada com um ferro de passar roupa e apresentava marcas de enforcamento com fio e de agressões físicas.
Após ser torturada, a educadora conseguiu contato com a irmã por telefone. Os parentes suspeitam que um evento na rua, com som alto, tenha abafado os gritos de socorro de Angélica.
A vítima foi levada ao Hospital Estadual Alberto Torres, em Colubandê, também em São Gonçalo, mas não resistiu aos ferimentos. Jaqueline Reis, prima de Angélica, assim como a família, ressalta que a educadora era calma e não tinha inimigos que pudessem fazer isso.
“Era a serenidade em pessoa, muito calma, vivia pro trabalho e para a casa. Não era uma menina de sair. O que lembro dela era a paz, carinho e amor. Ela vai deixar uma saudade imensa”, destacou Jaqueline.
A DHNSGI (Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí) esteve na casa de Angélica na tarde desta terça-feira (24) e ficará responsável pelas investigações do caso.
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