Rolim de Moura - RO, Terça-Feira, 21 de Agosto de 2018

Defesa do suspeito de atirar pedra que matou caminhoneiro pede revogação da prisão preventiva em RO

Advogado pediu nesta terça-feira (12) a revogação da prisão de Willians Maciel Dias. Caminhoneiro José Batistela foi morto no dia 30 de maio na BR-364 em Vilhena.

Fonte: G1/RO - Em Polícia - 13/06/2018 07:24:00 hrs

  • Compartilhe esse post
  • Compartilhar no Facebook00
  • Compartilhar no Google Plus00
  • Compartilhar no Twitter
  • Compartilhar no Whatsapp
Defesa do suspeito de atirar pedra que matou caminhoneiro pede revogação da prisão preventiva em RO

A defesa de Willians Maciel Dias, suspeito de matar o caminhoneiro José Batistela com uma pedrada na BR-364, solicitou nesta terça-feira (12) a revogação da prisão preventiva. O homem confessou o crime na última quinta-feira (7) e está preso desde então na Casa de Detenção de Vilhena (RO), no Cone Sul do estado.
O advogado José Franscisco Cândido embasou o pedido no fato de o suspeito ter bons antecedentes, residência fixa, emprego, família e estar cooperando com as investigações. O advogado afirmou ainda, que a prisão preventiva é uma medida extrema e que não deve se estender no decorrer das investigações, apenas se houver elementos suficientes para que a prisão seja mantida.
Ainda segundo a defesa, a morte do colega de profissão não foi desejada pelo suspeito. Com isso, o advogado José Francisco solicitou a revogação da prisão preventiva, ou a substituição por uma medida cautelar, adequando à profissão de caminhoneiro, para que o motorista possa continuar trabalhando.

O caso
O caminhoneiro José Batistela, de 70 anos, foi morto no dia 30 de maio, próximo a um ponto de manifestação na BR-364, com uma pedrada na cabeça. O caminhoneiro carregava madeira, e quando deicidiu seguir viagem, foi atigido.
Segundo o delegado Núbio Lopes, a pedra teria sido arremessada de baixo para cima por uma pessoa que estava em um carro no sentido contrário da pista. O delegado descarta a participação de passageiros no ataque.

Família da vítima
A viúva do caminhoneiro, Margarida Batistela, contou no dia 3 de junho que morava com José e os filhos em Jaru (RO), há 20 anos. Na última semana, o esposo seguia viagem pela BR-364 para levar uma carga de madeira ao município de Mirassol (MT).
Segundo a viúva, José estava parado há nove dias em Vilhena por causa da manifestação dos caminhoneiros. Quando ele decidiu seguir viagem, no último dia 30, foi atingido com uma pedrada na cabeça e morreu no local.
"Aquela pedra atingiu ele, acabou com a minha família, com a minha casa, meu esposo, os sonhos dele, nossos sonhos", disse emocionada.

  • Compartilhe esse post
  • Compartilhar no Facebook00
  • Compartilhar no Google Plus00
  • Compartilhar no Twitter
  • Compartilhar no Whatsapp

Mais Notícias da Categoria: Polícia