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Polícia
Fonte: Por Gedeon Miranda, G1 Ji-Paraná e Região Central - Em Polícia - 20/02/2019 06:35:00 hrs
Uma criança, de um ano e seis meses, morreu afogada na tarde desta terça-feira (19), em Ji-Paraná (RO), município a pouco mais de 370 quilômetros de Porto Velho. Segundo o Corpo de Bombeiros local, o acidente aconteceu em uma casa próxima ao rio Machado, que alcançou 11, 60 metros durante o dia.
Ainda conforme a corporação, a vítima, uma menina, chegou a ser encaminhada ao Hospital Municipal Claudionor Couto Roriz após o atendimento e trabalhos de primeiros socorros, mas não resistiu e morreu na unidade hospitalar.
Uma criança, de um ano e seis meses, morreu afogada na tarde desta terça-feira (19), em Ji-Paraná (RO), município a pouco mais de 370 quilômetros de Porto Velho. Segundo o Corpo de Bombeiros local, o acidente aconteceu em uma casa próxima ao rio Machado, que alcançou 11, 60 metros durante o dia.
Ainda conforme a corporação, a vítima, uma menina, chegou a ser encaminhada ao Hospital Municipal Claudionor Couto Roriz após o atendimento e trabalhos de primeiros socorros, mas não resistiu e morreu na unidade hospitalar.
Quase 30 famílias deixam casas por cheia do rio Machado; nível sobe 15 centímetros
Os bombeiros receberam um chamado, por volta das 14h40, de uma criança que havia se afogado na rua Beira Rio, bairro Casa Preta da cidade. Ao menos três militares atenderam o chamado. O local, conforme os bombeiros, é de difícil acesso.
Segundo a corporação, a menina estava brincando na frente de casa quando caiu e foi levada pela correnteza. O corpo da criança foi encontrado a 30 metros de distância da residência.
As águas do Madeira não invadiram as casas do local onde o caso ocorreu, mas é uma das áreas consideradas de risco, já que o rio está passando por debaixo das casas durante o período de cheia. O G1tentou conversar com a família no hospital, mas ela optou por não comentar o caso.
De acordo com a Defesa Civil local, existem mais de 500 residências em áreas de risco. Conforme a Agência Nacional de Águas (Ana), uma das piores marcas foi em fevereiro de 2014, quando o rio atingiu 11,62 metros. Em 1985, o rio registrou 11,55 metros.
Em 2014, 98 famílias ficaram desalojadas e 36 desabrigadas. Na época, os atingidos foram acolhidos no Ginásio de Esportes Gerivaldão.
Casos recentes
No último fim de semana, um menino de apenas dois anos morreu afogado após cair de cabeça para baixo dentro de uma máquina de lavar roupas, do tipo tanquinho. O incidente ocorreu na casa onde a criança morava com os pais, no residencial Jequitibá, em Rolim de Moura (RO).
Aos policiais militares, a mãe contou que havia colocado roupa para lavar e foi fazer o almoço. Quando encontrou o filho, ele já não apresentava sinais de vida.
No dia 4 de fevereiro, um bebê de 1 ano morreu afogado no rio Madeira enquanto os pais trabalhavam na Vila Murtinho, distrito de Nova Mamoré (RO). Ao notar o sumiço da criança em casa, o pai foi até o rio e viu o corpo do filho sendo levado pelas águas do rio.
Outra criança também morreu afogada em uma represa de Espigão d'Oeste (RO), município a pouco mais de 540 quilômetros de Porto Velho. O G1 noticiou o acidente no 28 de janeiro.
Segundo o boletim de ocorrência, o pai da criança procurou a polícia após ser informado de que seu filho, que estava sob os cuidados de uma babá, veio a falecer. O homem disse ainda que tinha se ausentado de perto da vítima e que o menino também estava acompanhado de uma terceira pessoa.
Já no início do ano, um menino de seis anos morreu após se afogar em uma piscina de um clube quando participava da confraternização de uma creche em Ji-Paraná (RO).
Conforme o Corpo de Bombeiros local, a criança chegou a ser socorrida por uma equipe da corporação, após o afogamento, mas não resistiu.
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