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Fonte: g1 - Em Tecnologia - 19/12/2023 10:25:00 hrs

O governo lança nesta terça-feira (19) o aplicativo "Celular Seguro". O sistema ficará disponível para uso nas plataformas Google Play e App Store. Mas, por enquanto, ainda não está em operação.
O aplicativo e o site permitirão que quem teve o celular roubado ou furtado avise várias instituições de uma vez.
Para utilizar o "Celular Seguro", o usuário precisará baixar o aplicativo no celular, realizar previamente um cadastro e registrar ocorrência de roubo. Dessa forma, será possível bloquear o telefone furtado assim que o usuário tiver acesso a outro aparelho celular.
Há ainda possibilidade de cadastrar uma pessoa de confiança, para que ela possa bloquear por conta própria o celular do usuário furtado ou roubado.
O objetivo da ação é realizar o bloqueio de forma mais rápida e impedir que o ladrão tenha acesso aos dados da pessoa.
Como funciona?
Como cadastrar pessoa de confiança?
Logo após acessar o aplicativo "Celular Seguro" com os dados de login, o usuário deverá preencher o cadastro da pessoa de confiança com o nome, CPF, telefone, e-mail.
Como registrar um telefone?
Para cadastrar o telefone na plataforma, o usuário deve clicar em “registrar telefone”. É importante saber que a pessoa não tem quantidade limite de dispositivos para cadastrar, porém, todos os aparelhos devem estar inscritos com o CPF do usuário.
Como registrar uma ocorrência?
Quando o usuário estiver com todos os dados e a pessoa de confiança cadastrada, em caso de roubo, deverá preencher os critérios:
Ao final da denúncia, será gerado um protocolo para o usuário acompanhar o andamento com as instituições cadastradas no programa. No caso, bancos e empresas de telefonia.
Como vai funcionar?
O Celular Seguro deverá agilizar notificações a terceiros sobre roubos, furtos e perdas de celulares. Isso será feito por meio de parcerias entre o governo e instituições como a Anatel, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e instituições financeiras.
O governo federal também prevê ampliar a parceria com operadoras de celular para bloquear o chip – e não apenas o celular – e impedir o recebimento de mensagens de texto que permitem recuperar senhas de redes sociais, por exemplo.
A expansão deverá ser implementada em janeiro de 2024, informou ao g1 o secretário-executivo do Ministério da Justiça, Ricardo Cappelli. Ele afirmou ainda que iFood, Uber, 99, Mercado Livre e Nubank também deverão aderir ao programa.
"A pessoa que roubou o aparelho não vai conseguir usar os aplicativos, não vai acessar os bancos, não vai conseguir vender o aparelho", disse Cappelli. "A gente acredita que, com isso, vai desestimular o interesse por esse delito e também pela receptação".
Quem está trabalhando com o governo?

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