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Fonte: Folha do Sul - Em Polícia - 02/07/2025 02:08:00 hrs

Na noite de terça-feira (1), quando fazia patrulhamento pelo bairro Ipanema, em Vilhena, a Guarnição Reforço da Polícia Militar decidiu abordar um conhecido usuário de drogas que, ao perceber a presença da viatura, passou a ser comportar de maneira suspeita.
Quando o rapaz de apenas 20 anos notou que seria revistado, retirou do bolso um objeto de cor branca e o jogou no chão. Os militares localizaram o item dispensado e constataram se tratar de uma porção de crack, que o jovem garantiu ter “ganhado” de um caminhoneiro.
Logo depois, no entanto, o suspeito mudou a versão apresentada inicialmente: disse que tinha comprado a droga por R$ 15,00, de uma garota de 18 anos, apontando a casa onde a transação ilegal tinha acabado de ser feita.
Na casa da jovem, foram encontradas outras 9 porções de drogas, uma delas na bolsa de um bebê, filho da acusada. A garota alegou que todo o entorpecente pertencia ao marido, que havia saído para ir ao mercado, mas logo retornaria, segundo ela.
A dona da casa ligou para o companheiro na frente dos policiais e o colocou no viva-voz. Ao saber o que estava acontecendo, o rapaz disse que não iria para casal, mas prometeu providenciar um advogado para a esposa.
Ambos (o cliente e a suspeita) foram conduzidos à Unidade Integrada de Segurança Pública (UNISP), juntamente com todo o material apreendido. Já no interior da unidade, o consumidor voltou a alterar sua versão, alegando que todas as porções de entorpecente, inclusive a maconha de 14g e a porção de crack que estava na bolsa do filho de garota, seriam de sua propriedade, mesmo ele não residindo no imóvel.
Na mesma casa estavam outros dois rapazes, amigos do dono do imóvel, mas ambos foram liberados ainda no local, por não haver nada de ilícito contra eles.
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