Hoje criticando veementemente a urna eletrônica, Bolsonaro defendia voto eletrônico em 1993
/home/tribunat/public_html/themes/cw_tribunatop/noticia.php

Autor de inúmeras ameaças contra a realização das eleições do ano que vem, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) nem sempre defendeu de forma veemente o voto impresso. Pelo contrário.
Há 27 anos, em 1993, o então deputado federal exercendo seu primeiro mandato, disparou declarações sobre a necessidade de se informatizar o sistema da Justiça Eleitoral, quando já questionava o resultado das eleições.
Uma reportagem do Jornal do Brasil, assinada pela jornalista Daniella Sholl e datada de 21 de agosto de 1993, traz a defesa de Bolsonaro pela modernização das eleições durante um encontro de militares da reserva, no Rio de Janeiro.
“Esse Congresso está mais do que podre. Estamos votando uma lei que não muda nada. Não querem informatizar as apurações pelo TRE. Sabe o que vai acontecer? Os militares terão trinta mil votos e só terão computados três mil” .
Quase três décadas depois, o presidente coloca em xeque a credibilidade das urnas. Desta vez, apegado ao argumento completamente oposto.
Recentemente, o titular do Palácio do Planalto citou um ataque hacker ao código-fonte do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) como prova de que houve fraude eleitoral em 2018. Contudo, o TSE voltou a rebater os argumentos de Bolsonaro, apontando, entre outros argumentos, que as urnas não são conectadas à internet e, portanto, não suscetíveis a invasões.
Veja a reportagem do Jornal do Brasil:

TV TRIBUNA TOP














