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Fonte: G1 RO - Em Polícia - 11/05/2023 08:14:00 hrs

O Ministério Público do Estado de Rondônia (MPRO), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) e da Polícia Militar do Estado de Rondônia (PMRO), deflagraram na quarta-feira (10) uma operação de combate a facções criminosas, tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e crimes correlatos.
A operação, denominada Cnidários, ocorreu de forma simultânea em 13 estados, sob a coordenação geral do Grupo Nacional de Combate às Organizações Criminosas (GNCOC).
Em Rondônia, conta-se com a atuação dos promotores, delegados de polícia e policiais lotados no GAECO e 106 policiais militares para o cumprimento de 30 mandados de prisão, totalizando cerca de 120 pessoas envolvidas no trabalho.
O objetivo da ação é desarticular organizações criminosas violentas que atuam nas ruas, condomínios populares e nos sistemas prisionais, efetivar prisões de seus integrantes e coletar provas das práticas delituosas detectadas em investigações realizadas no âmbito do Ministério Público brasileiro.
23 presos
Ao fim do dia, o Gaeco avaliou de forma positiva o resultado da operação Cnidários. Somente em Rondônia, 23 faccionados foram presos sendo dois deles em flagrante.
Para o promotor de Justiça Anderson Batista de Oliveira, operações como essa exigem cooperação entre as instituições de vários setores do estado, sendo extremamente proveitosa para atender o interesse coletivo.
Segundo o promotor, é possível sim causar impactos negativos nas facções criminosas.
"A ideia [nas operações] é focar em alvos estratégicos para as organizações criminosos, de modo que a retirada deles de circulação cause prejuízo à facção. Aquele integrante que está na rua atuando, quando é retirado e recolhido ao sistema prisional, a facção sofre impacto negativo e isso é positivo para a sociedade", afirma.
Em Rondônia, foi diivulgado que:
Segundo o Gaeco, todos os presos faziam parte de uma facção criminosa e tinham processos criminais em andamento. A operação aconteceu de forma simultânea em 13 estados.
Segundo o Ministério Público de Rondônia (MP-RO), os presos respondem ou já responderam algum processo criminal, sendo em sua maioria foragidos da justiça. O órgão afirmou ainda que foi realizado um levantamento e trabalho de inteligência para identificar os suspeitos.
Os criminosos atuavam em ruas, condomínios populares e sistemas prisionais.
Operação Cnidários
A operação leva o nome de um grupo de organismos aquáticos, que podem viver escondidos nas profundezas dos oceanos, longe da luz solar. A definição faz referência a forma que as facções criminosas se escondem e fogem da lei.
Uma equipe de 120 pessoas realizou a operação, entre eles promotores, delegados de polícia, policiais lotados do Gaeco e 106 policiais militares.
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